<T->
          Geografia 
          Vivncia e Construo 
          3 srie -- Ensino Fundamental 
          
          J. William Vesentini
          Dora Martins
          Marlene Pcora
          
 Impresso braille em 3 
 partes, da edio 2001, da 
 Editora tica Ltda.

          Terceira Parte

          Ministrio da Educao 
          Instituto Benjamin Constant
          Diviso de Imprensa Braille
          Av. Pasteur, 350/368
          Urca -- 22290-240
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          Brasil
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          ~,http:www.ibc.gov.br~,
          -- 2003 --

<p>
          Editor: Joo Guizzo
          Coordenador de edio: Beatriz Helena de Assis Pereira 

          ISBN: 85-08-07849-8
          
          Todos os direitos de edio 
          reservados  Editora tica 

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          ~,editora@atica.com.br~,
<P>
<F->
                               I
<F+>
Sumrio

Terceira Parte

 Captulo 5. Atividades 
  econmicas :::::::::::::::: 219
 Produtos do dia-a-dia :::::: 219
 Xeretando a prateleira ::::: 222
 Cozinhando ::::::::::::::::: 231
 A transformao de 
  produtos :::::::::::::::::: 233
 Brincando de comrcio :::::: 237
 Dinheiro para comprar e 
  para vender ::::::::::::::: 243
 Prestando servios  
  comunidade :::::::::::::::: 245
 Grfico de profisses e 
  atividades econmicas ::::: 246
 Os trs setores da 
  economia :::::::::::::::::: 248
 Investigando um produto 
  industrializado ::::::::::: 251
 Atividades econmicas do 
  municpio ::::::::::::::::: 254
 Jogo dos contrrios :::::::: 258
 Notcias do Brasil  Coco 
  para bancos de veculos ::: 259

 Captulo 6. O municpio 
  conectado ::::::::::::::::: 262
 Al! ::::::::::::::::::::::: 262
 Do outro lado da linha ::::: 264
 O mundo da comunicao ::::: 266
 Sintonizando ::::::::::::::: 270
 Brincando de mmica :::::::: 274
 Ligado na rede ::::::::::::: 277
 Investigando os meios de 
  comunicao do 
  municpio ::::::::::::::::: 283
 Ir e vir ::::::::::::::::::: 287
 Em movimento ::::::::::::::: 289
 Helicptero de caixinha :::: 293
 Revolucionando o mundo ::::: 294
 Meios de transporte ao 
  longo do tempo :::::::::::: 298
 Seu municpio conectado :::: 305
 Notcias do Brasil  
  Comunicaes e transportes 
  do futuro ::::::::::::::::: 309

 Glossrio :::::::::::::::::: 317
 Sugestes de leitura ::::::: 334
 Bibliografia ::::::::::::::: 345

<TGeo. V. e C. 3>
<107>
<T+219>
<R+>
Captulo 5 -- Atividades 
  econmicas
<R->

  Voc investigou algumas diferenas entre o espao rural e o espao urbano.
  Neste captulo voc vai investigar a transformao da matria-prima em produtos industrializados e aprofundar seus conhecimentos sobre atividades econmicas.

               ::::::::::::::::::::::::

<108>
Produtos do dia-a-dia

  No dia-a-dia consumimos os mais diversos produtos. Alguns deles podem ser consumidos do jeito que vm do campo: coentro e tomate, por exemplo. J outros chegam at ns depois que foram industrializados nas agroindstrias ou nas indstrias das cidades, como macarro e suco em caixinha.  essa transformao de produtos que voc vai comear a estudar agora.

<R+>
 1. Voc e seus colegas vo fazer uma brincadeira bem divertida que trabalha a memorizao. Sigam as dicas.
  A professora vai escolher um aluno.
  O escolhido comea a brincadeira falando:
  -- *Fui ao mercado comprar*... (diz o nome de um produto e, em seguida, aponta para um colega).
  O outro colega diz:
  -- *Fui ao mercado comprar*... (repete o primeiro produto que o colega disse, acrescenta mais um produto e aponta outro colega).
  A brincadeira prossegue assim, at algum esquecer de dizer um produto ou errar a ordem.

<109>
<p> 
 2.  Observe estas imagens.
 _`[{Seis fotos, descritas a seguir_`]
 Foto 1  um recipiente, preso ao tronco de uma seringueira, onde  coletado o latx;
 Foto 2  alguns ovos, ainda na granja;
 Foto 3  uma travessa, com diferentes tipos de macarro cru;
 Foto 4  um pneu;
 Foto 5  grande quantidade de tomates, aps a colheita, ainda no campo;
 Foto 6  uma embalagem de vidro com um rtulo onde se l: molho de tomate. 
 
 3. Troque idias com os colegas e a professora sobre as perguntas abaixo. Registre as respostas no caderno.
  Qual a relao entre a foto 1 e a foto 4?
  Qual a relao entre a foto 2 e a foto 3?
<p>
  Quais so as atividades econmicas envolvidas na foto 1 e na foto 5? Onde so desenvolvidas?
  Observe as fotos 5 e 6. Qual delas apresenta uma matria-prima?
  Quais fotos apresentam produtos que foram feitos nas indstrias?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<110>
Xeretando a prateleira

  Sabo em p ou em pedra, arroz, alface, mandioca, macarro, po, suco e leite em caixinha, a roupa que voc est usando agora... A lista de coisas que compem nosso dia-a-dia  extensa. Para que esses produtos cheguem at ns,  necessrio o trabalho de muitas pessoas na cidade e no campo. Vamos ver mais sobre o assunto?

<R+>
<p>
 1. Forme uma dupla com um colega. Cada um vai observar os produtos que sua famlia consome e utiliza no dia-a-dia e vai anotar no caderno o nome de no mximo 15 produtos.
 2. Depois faam uma lista com os produtos que vocs anotaram. Tomem cuidado para no repetir o nome do mesmo produto.

 3. Anotem no caderno:
  os produtos da lista que so consumidos ou utilizados sem sofrer transformao (produtos que vm diretamente do campo);
  os produtos que foram industrializados.

 4. Contem a quantidade de produtos de cada lista. Vocs vo construir um grfico para representar as respostas. Vejam como ficou o grfico de Solange e Eduardo.
<p>
 _`[{a numerao  esquerda do grfico indica a quantidade total de produtos_`]
<R->

<F->
  15 _
  14 _
  13 _cc
  12 _  
  11 _ccccccccccc
  10 _           
   9 _           
   8 _           
   7 _           
   6 _           
   5 _           
   4 _           
   3 _           
   2 _           
   1 _           
  cccccccccccccccccccccccccccccccc
        produtos   produto dos no
        industri.   industri.
<F+>

<111>
<R+>
 5. Faam um grfico parecido com o de Solange e Eduardo.
 a) Usem uma folha de papel quadriculado ou quadriculem uma folha de papel sulfite.
 b) Pintem os quadrinhos de acordo com a quantidade de produtos que vocs contaram. No se esqueam de identificar as colunas!

 6. Mostre aos colegas e  professora o grfico que vocs fizeram. Troque idias sobre as informaes que eles fornecem.
  Os grficos indicam que h mais produtos industrializados ou no 
industrializados?
  A representao por grfico facilitou a observao do resultado da atividade? 
Por qu?

 7. Observem as fichas que Solange e Eduardo fizeram.
  Produto: tomate.
  Origem: espao rural do municpio de Mogi-Guau  SP.
  Onde  vendido: supermercado, quitanda, feira livre.
  Atividade econmica: agricultura.
  Observao:  matria-prima para a indstria de alimentos.

  Produto: extrato de tomate.
  Origem: espao urbano do municpio de Goinia  Go.
  Onde  vendido: supermercado, quitanda, em algumas barracas de feira.
  Atividade econmica: industrial.
  Observao:  produzido com tomates.

<112>
 8. Agora retomem a lista que vocs fizeram na atividade da pgina 224.
  Escolham um produto que veio diretamente do campo e outro que foi industrializado.
  Leiam as embalagens para obter informaes sobre eles. Se o produto no tiver embalagem, procurem saber a origem dele de outro modo: perguntando ao feirante, a um funcionrio do mercado ou mesmo a algum de sua casa. Se mesmo assim ficar difcil, substituam o produto.
  Faam fichas como as de Solange e Eduardo. Usem uma folha de papel sulfite para cada produto.

 9. A professora vai marcar um dia para a apresentao das fichas. Observe o que seus colegas fizeram e responda no caderno:
 a) A maioria dos produtos procede da agricultura, da pecuria, do extrativismo ou da atividade industrial? (indstria de papel, de alimentos, de bebidas, etc.)
 b) Nas fichas aparecem muitos produtos que servem de matria-prima? Quais?
 c) De que estado veio a maioria dos produtos que aparecem nas fichas? Confira as respostas com a professora.

 10. A classe de Solange e 
  Eduardo construiu um grfico para representar as atividades econmicas que apareceram nas fichas. Observe:
 _`[{os ttulos das colunas foram substitudos pelas letras: I = Atividade industrial; A = Agricultura; P = Pecuria; 
  E = Extrativismo_`]
<R->

<F->
  15 _cc
  14 _   
  13 _ccccc
  12 _     
  11 _     
  10 _     
  9  _     
  8  _     
  7  _     
  6  _     
  5  _cccccccc
  4  _cc      
  3  _        
  2  _ccccccccccc   
  1  _           
  cccccccccccccccccccccccc
         I   A   P   E
<F+>

<113>
<R+>
 11. Agora voc e seus colegas vo fazer o mesmo.
  Contem quantas vezes cada atividade econmica apareceu nas fichas que as duplas fizeram.
  Usem uma folha de papel quadriculado ou quadriculem uma folha de papel sulfite.
  Pintem os quadrinhos de acordo com a contagem.

 12. Observe o grfico e pense nas outras atividades que voc fez para responder no caderno:
  A maioria dos produtos veio do campo ou da cidade?
  Como esses produtos chegaram ao lugar onde voc mora?

 13. Recorte, de revistas ou jornais, a figura de um produto
que voc gostaria de comprar. Cole a figura em uma folha de
papel sulfite e escreva:
  o nome do produto;
  por que voc gostaria de compr-lo;
  quanto custa (ou quanto voc acha que ele deve custar).

 14. Ajude a organizar um varal com as colagens da classe. Observe atentamente os trabalhos expostos. Converse com a professora e os colegas a respeito dos produtos que a turma deseja.
  Que tipo de produto apareceu mais vezes?
  Os produtos que a turma deseja so baratos ou caros?
  Onde aparecem propagandas desses produtos? (televiso, revistas, rdio, cartazes de rua, etc.)
  Os produtos escolhidos pela classe so essenciais para viver o dia-a-dia?
<R->

Fique sabendo...

  A indstria da propaganda  uma das atividades mais lucrativas do mundo moderno.
Os fabricantes investem muito dinheiro em anncios para convencer os consumidores
a escolher suas marcas. O poder da propaganda  to grande que leva as pessoas a
comprar coisas de que nem necessitam.

               ::::::::::::::::::::::::

<114>
Cozinhando

  Que tal ser mestre-cuca? Voc vai preparar uma receita. Mas
ateno! Pea a um adulto que faa a receita com voc. No se
deve mexer no forno e em eletrodomsticos sozinho. Pode ser perigoso!

<R+>
 1. Prepare esta receita.
 Biscoito
 Ingredientes:
  4 colheres (de sopa) de margarina
  3 colheres (de sopa) de acar
  1 ovo
  1 xcara (de ch) de farinha de trigo
  1 colher (de caf) de fermento em p

 Como fazer:

  Bata bem a margarina e o acar at virar um creme leve e fofo. Acrescente o ovo e bata novamente.
  Em seguida, junte a farinha de trigo e o fermento e misture bem.
  Coloque colheradas da massa em uma forma untada e polvilhada com farinha e leve-a para assar por 30 minutos no forno j aquecido em temperatura mdia.

 2. Troque idias com os colegas e a professora.
  Como ficaram os biscoitos que voc preparou?
  Voc gostou de brincar de cozinheiro(a)? J havia preparado algum alimento antes?
  Quem prepara as refeies na sua casa?
  Voc teve dificuldade em encontrar algum dos ingredientes?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::
<115>
A transformao de produtos

  Voc viu que as atividades desenvolvidas no campo so diferentes das 
desenvolvidas nas cidades. O campo fornece alimentos e matria-prima, que  
transformada em outros produtos nas cidades ou no prprio campo (nas 
agroindstrias). 
  Agora voc vai entender qual  o caminho que a matria-prima 
percorre at ser transformada nas indstrias.

 1. Leia os textos.

  H pessoas que sobrevivem do extrativismo. H tambm muitas indstrias extrativas. Como voc j viu, recursos que a natureza oferece so chamados matrias-primas. As indstrias extrativas no fabricam produtos. Elas retiram da natureza matrias-primas, como o ferro e o petrleo, que depois so vendidas para outras indstrias e transformadas em produtos de consumo.
  O petrleo  a matria-prima da indstria petrolfera.

  A transformao das matrias-primas em produtos  chamada atividade industrial. Hoje em dia, quase todos os produtos que utilizamos so industrializados, ou seja, produzidos em fbricas ou indstrias. A foto mostra uma *indstria de transformao* do petrleo. Nessa indstria, o petrleo  refinado e transformado em produtos como gasolina, querosene, leo *diesel*, resinas para fabricao de plstico e outros. Para transformar a matria-prima em produtos, a indstria precisa de
mquinas e de trabalhadores.

<116>
<R+>
 2. Veja como Clia comeou a preencher o quadro.
  Produto: legume em conserva
  matria-prima: legume
  estabelecimento onde o produto  fabricado: indstria de alimentos
 atividades econmicas envolvidas
 -- agricultura: cultivo de legume
 -- indstria: produo de alimentos em conserva
  Produto: camiseta
  matria-prima: algodo
  estabelecimento onde o produto  fabricado: confeco de roupas
 atividades econmicas envolvidas
 -- agricultura: cultivo de algodo
 -- indstria: produo de tecidos e confeco
  Produto: sapato
  matria-prima: couro
  estabelicimento onde o produto  fabricado: fbrica de sapatos
 atividades econmicas envolvidas
 -- pecuria: criao de gado
 -- indstria: preparao do couro

 3. Retome a lista de produtos industrializados que voc fez na pgina 223. Agora, no caderno, faa um quadro como o de Clia. Complete-o com as informaes sobre os produtos de sua lista.
  Anote a matria-prima com que so feitos.
  Procure descobrir o nome do estabelecimento onde os produtos so feitos e algumas atividades econmicas envolvidas desde a origem da matria-prima at o produto final que voc consome ou utiliza.

 4. Mostre seu quadro aos colegas e  professora, prestando ateno nas seguintes questes e anotando as respostas no caderno:
  Se apareceram produtos iguais, a matria-prima citada foi a mesma?
  E os estabelecimentos onde so feitos os produtos?
  Algum colega mencionou uma atividade econmica que complementa seu quadro, no caso de vocs terem marcado o mesmo produto?

 5. Releia a receita do biscoito na pgina 231. Em seguida,
responda no caderno:
  Que ingredientes voc acha que so industrializados?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<117>
Brincando de comrcio

  Que tal montar uma lojinha para brincar? Para a brincadeira funcionar,  importante ler atentamente as instrues abaixo e seguir a orientao da professora. Vamos l?

<R+>
 1. A professora vai ajudar a dividir a classe em dois grupos:
um de compradores, outro de vendedores.
 Material para cada vendedor	
  40 gros de feijo
  brinquedos ou roupas que voc no usa mais
  lpis de cor
  selos
  gibis que voc j leu
  pedrinhas
  bolinhas de gude
  desenhos, adesivos, etc.

 Material para cada comprador
  40 gros de feijo
  um ou dois objetos para trocar

Instrues para os vendedores

 a) Traga para a classe todo o material que voc conseguir. No precisa ser muita coisa! Deixe os feijes perto de voc.
 b) Arrume o material que voc trouxe em cima da sua carteira. Ela ser a sua 
lojinha.
 c) Crie um nome bem legal para a sua lojinha. Escreva-o num papel e prenda 
com fita adesiva na sua carteira.
 d) Invente um preo, em feijo, para cada coisa que voc trouxe. Escreva num 
papelzinho, perto do objeto, para que todos vejam o preo. Por exemplo: um 
gibi custa 5 feijes.
 e) Abra sua lojinha e comece a anunciar seus produtos. Chame
a ateno dos compradores para que eles visitem sua lojinha
e confiram as ofertas, a qualidade das mercadorias expostas,
etc. Procure vender todos os objetos que voc trouxe.

<118>
Instrues para os compradores

 a) Fique com apenas 30 gros de feijo, guardando o restante.
  Assim que as lojinhas estiverem prontas, passeie entre elas.
  V observando:
  o que est exposto em cada uma;
  se h algo que voc desejaria comprar ou trocar;
  o preo dos produtos expostos;
  a organizao dos objetos em cada lojinha;
  a apresentao dos objetos (se est novo, velho, bem conservado, etc.);
  se o nome da loja  atraente;
  se o vendedor est fazendo uma boa propaganda da lojinha.
 b) Se no meio da brincadeira voc ficar sem feijes, pegue alguns gros que ficaram guardados ou um objeto que voc trouxe e tente trocar com o vendedor.
<R->

  As lojas ficaro abertas durante 15 minutos. Os compradores vo utilizar os gros de feijo para comprar aquilo que desejam, mas sem deixar de pechinchar. E os vendedores vo fazer de tudo para vender todos os produtos de sua lojinha.

<R+>
 2. Ao final da brincadeira, forme uma roda de conversa e discuta com seus colegas:
 a) O que a turma achou da brincadeira?
 b) Qual era o papel do feijo na brincadeira?
 c) Alguma lojinha vendeu todos ou quase todos os objetos? O que o dono dessa lojinha fez de diferente em relao aos outros donos de lojinhas?
 d) Havia produtos iguais com preos diferentes? Por que isso aconteceu?
 e) A lojinha com preos mais altos saiu-se bem nas vendas?
 f) O nome da loja e a habilidade dos vendedores ajudaram a chamar a ateno dos compradores?
 g) Houve vendedores que aceitaram trocar uma mercadoria por outra, sem que o comprador usasse gros de feijo?
 h) Os gros de feijo que os compradores tinham foram suficientes para pagar as compras? O que aconteceu quando os gros acabaram?
<R->

<119>
  O que a turma acabou de vivenciar envolveu a atividade de compra, venda e troca de produtos. Essa atividade recebe o nome de comrcio.
  Os produtos da agricultura, da pecuria e da indstria so comprados pelas pessoas. Para chegar at nossas casas, os produtos passam por vrios comerciantes. Para adquiri-los, precisamos de dinheiro.
 3. Observe o quadro abaixo:

<F->
 ::::::::::::::::::::::::::::::::::
 produtos  estabelecimentos onde 
           podem ser comprados
 ::::::::  ::::::::::::::::::::::::
caderno    papelaria, supermercado
lingia   aougue, supermercado
 ::::::::::::::::::::::::::::::::::
<F+>

<R+>
 4. Faa um quadro igual no caderno. Complete-o com o nome de pelo menos cinco locais diferentes onde se compram e vendem produtos especficos.

 5. Escreva no caderno o nome de alguns produtos vendidos
nos seguintes estabelecimentos comerciais.
 a) livraria 
 b) farmcia 
 c) loja de informtica
 d) supermercado
 e) aougue
 f) loja de material de construo

 6. Mostre aos colegas o quadro da atividade 3 e leia o nome dos produtos da atividade 5. As respostas da classe so parecidas ou diferentes? Anote no caderno.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<120>
<R+>
Dinheiro para comprar e para 
  vender
<R->

  Voc tem ou j viu um produto importado? De que pas ele veio? Atualmente  muito intenso o comrcio entre os pases do mundo. Com o aprimoramento dos meios de transporte, os produtos chegam rapidamente ao seu destino. Com o desenvolvimento dos meios de comunicao,  possvel fazer encomendas pela Internet e receber em trs ou quatro dias um produto vindo de outro pas.
  A compra e a venda de produtos entre os pases chama-se comrcio internacional.

 -- Leia os textos.

  Voc sabe o que  moeda? Muitos alunos da classe devem ter uma no bolso! Mas existe um outro sentido para essa palavra. Cada pas tem a sua moeda. A moeda do Brasil chama-se real; a moeda da Frana chama-se franco; a da Argentina, peso; a dos Estados Unidos, dlar. Nesse caso, moeda refere-se  unidade monetria de um pas.
  Os pases vendem seus produtos uns para os outros. O Brasil, por exemplo,  um grande produtor de caf e o exporta para outros pases. Os pases que compram o caf brasileiro esto importando esse produto. Por meio da *exportao* e da *importao* os pases compram e vendem produtos agropecurios e industriais.

Fique sabendo...

  Em geral  com dinheiro que os patres pagam o trabalho dos empregados. O fazendeiro produz caf e paga os trabalhadores com o dinheiro que recebe pela venda. O governo brasileiro compra caf dos fazendeiros e o vende para outros pases. Com o dinheiro da exportao, o governo compra produtos de que o Brasil precisa.

               ::::::::::::::::::::::::

<121>
Prestando servios  comunidade

  Voc aprendeu que as pessoas desenvolvem diferentes atividades. Algumas trabalham na agricultura, outras na indstria, outras no comrcio.
  Certas atividades so essenciais ao bem-estar da populao e ao funcionamento de toda a sociedade.
  Alm dos servios pblicos, que so mantidos pelo governo, existem outros servios que so prestados  comunidade por empresas privadas ou por profissionais. Vamos conhecer alguns?

<R+>
 1. Leia o texto.
<R->

  Escolas e hospitais particulares, bancos privados, restaurantes, hotis, teatros, cinemas e escritrios so alguns locais que prestam servios  populao. Essas atividades envolvem o trabalho de muitas pessoas de diferentes profisses.

<R+>
 2. Voc conhece profissionais que prestam servios  comunidade? Escreva no caderno pelo menos trs exemplos.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<122>
<R+>
Grfico de profisses e 
  atividades econmicas
<R->

  Voc aprendeu muita coisa sobre o trabalho. Que tal testar seus conhecimentos fazendo um trabalho em conjunto com seus colegas de classe?
<p>
<R+>
 1. Forme um semicrculo com seus colegas. Cada um vai falar a profisso do pai, da me ou do responsvel. A professora vai fazer uma lista no quadro-de-giz, marcando com um sinal as profisses que forem repetidas.
 2. Veja como a classe de Rodrigo organizou as informaes.
A escola dele fica na zona urbana da cidade de Belo Horizonte,
no estado de Minas Gerais.

_`[{no grfico a seguir, o smbolo braille  representa um quadrinho preenchido_`]

 Agricultura ::: ..............
 Pecuria :::::: ..............
 Indstria ::::: 
 Comrcio :::::: 
 Servios :::::: 

 3. Agora voc e seus colegas vo representar graficamente as informaes do quadro-de-giz.
 a) Observem as anotaes da professora.
 b) Classifiquem as profisses de acordo com a atividade econmica a que esto relacionadas. Usem os conhecimentos que vocs adquiriram at agora e mos  obra!
 c) Faam no caderno um grfico como o acima ou usem uma folha de papel quadriculado. Pintem o quadriculado de acordo com o nmero de ocorrncias.

 4. Converse com os colegas sobre as informaes do grfico. Em seguida, finalize a atividade completando no caderno a tabela que a professora vai colocar no quadro-de-giz.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<123>
Os trs setores da economia

  Voc viu que a uma atividade econmica esto relacionadas diferentes profisses, exercidas tanto na cidade como no campo. Para facilitar o estudo dessas atividades, elas so agrupadas em conjuntos. Que conjuntos so esses e como se chamam?  isso o que voc vai aprender agora, lendo os textos abaixo.

<R+>
  As atividades relacionadas ao trabalho na agricultura, na pecuria e na extrao de matrias-primas recebem o nome de *atividades primrias*. O conjunto dessas atividades econmicas pertence ao *setor primrio*.
  As atividades relacionadas  transformao das matrias-primas em produtos industrializados chamam-se *atividades secundrias*. O conjunto dessas atividades econmicas pertence ao *setor secundrio*.
  As atividades de prestao de servios e de comrcio so chamadas de *atividades tercirias*. O conjunto dessas atividades econmicas pertence ao *setor tercirio*.

 1. Veja como Rodrigo identificou o setor a que pertencem as profisses dos pais dos colegas da classe.

  Setor Primrio
  smbolo ou cor: 
  Setor Secundrio 
  smbolo ou cor: 
  Setor Tercirio
  smbolo ou cor: 

 Profisso     Smbolo
 ::::::::::     ::::::::
 bancrio ::::::  
 metalrgico ::: 
 mdico :::::::: 

 2. Agora  a sua vez!
  Invente um smbolo ou atribua uma cor a cada um dos setores da economia. Desenhe no caderno.
  Faa no caderno uma tabela igual  de Rodrigo. Escreva as profisses citadas na pgina anterior.
  Depois identifique com o smbolo adequado o setor a que pertence cada profisso da tabela.
  Mostre aos colegas e  professora como ficou sua tabela.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<124>
<R+>
Investigando um produto 
  industrializado
<R->

<R+>
1.	Observe esta embalagem de creme dental.

_`[{dados apresentados na embalagem, a seguir_`]
  Marca do produto: Branquinho
  Peso do contedo do interior do tubo: peso lquido 90 g.
  Cdigo de barras: 7 897257 507812
  Composio e ingredientes do produto: composio  contm monofluorfosfato de sdio (Na; PO: F); ingredientes  sorbitol, slica, gua, PEG-32, lauril, sufato de sdio, sabor, monofluorfosfato de sdio, goma celulosa, sacarina sdica, fosfato trissdico, formaldedo, corante azul CI 42090.
  Orientaes de higiene bucal: Escove os dentes aps as refeies e consulte regularmente um dentista.
  Ingrediente ativo: com flor
  Smbolo indicando que a embalagem  reciclvel.
  Selo de qualidade: *Aprovado* Associao Brasileira de Odontologia.

 2. Agora  a sua vez!
  Escolha um produto industrializado que sua famlia consome ou utiliza. Mas ateno: no mexa em substncias perigosas, como lcool, querosene, inseticida, etc.!
  Leia atentamente as informaes da embalagem. Qual  a matria-prima utilizada na fabricao do produto que voc escolheu?
  Registre no caderno tudo o que voc descobrir, inclusive o lugar de onde veio o produto.
  Traga a embalagem do produto para a sala de aula. Mostre-a aos colegas e  professora e leia as informaes que voc obteve.

 3. Troque idias com os colegas:
  A classe trouxe embalagens de produtos iguais ou diferentes?
  Que produto mais apareceu?
  Houve algum produto feito no lugar onde vocs moram?
  Apareceram produtos iguais com embalagens diferentes? E as informaes desses produtos eram as mesmas?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<125>
<p>
<R+>
Atividades econmicas do 
  municpio
<R->

  Voc aprendeu que as pessoas desenvolvem as mais diferentes atividades. Agora voc vai investigar que atividades econmicas participam do desenvolvimento do seu municpio.

<R+>
 1. Com a ajuda da professora, forme um grupo de pesquisa com seus colegas. Sigam o roteiro abaixo. Se quiserem, acrescentem outras perguntas. Anotem as respostas no caderno.
<R->

  Quais so os produtos extrativos explorados no municpio?
  Quais so as principais criaes praticadas no municpio?
  Quais so os principais produtos agrcolas cultivados no municpio?

  Quais so os produtos de origem animal do municpio?
  Quais so os produtos artesanais do municpio?
  H produtos do municpio que servem de matria-prima para a indstria?
  Quais so os principais produtos industriais do municpio?
  Dos produtos do municpio, quais so vendidos para outros lugares? Que lugares so esses?

  Quais so os principais estabelecimentos comerciais da cidade?
  Quais so as principais indstrias do municpio?
  Quais so os servios prestados  comunidade?
  Qual  a principal atividade econmica do municpio?

  H anncios de oferta de emprego em jornais locais?
  Que profissionais so mais procurados?
  H mais oferta de emprego para a cidade ou para o campo?

<126>
<p>
<R+>
 2. Com seu grupo, monte um resumo da pesquisa numa folha de cartolina e apresente-o  turma.
 
 3. Com a professora e os colegas, visite uma fbrica do municpio. Veja abaixo um roteiro de observao:
  Qual a matria-prima utilizada na produo?
  Qual a origem da matria-prima? Qual o produto final?
  Para que serve esse produto?
  Qual o destino do produto? ( vendido apenas no municpio ou  levado tambm para outras cidades, outros estados, outros pases?)
  Quais os meios de transporte utilizados na compra da matria-prima e na distribuio do produto final?
  Quais as funes dos operrios? (Que tipo de trabalho realizam?) Os operrios usam roupas adequadas?
  Como so as condies do ambiente de trabalho? Existem normas de segurana?
  Qual o destino dos detritos da fbrica?
  Os donos da fbrica se preocupam com a preservao do meio ambiente?

 4. Aps a visita, a turma vai formar uma roda de conversa para discutir as informaes obtidas. Fale sobre o que voc observou e oua o que os colegas tm a dizer. Depois, a classe ir produzir trabalhos coletivos, contendo dados da pesquisa feita na atividade 1 e da visita  fbrica. A professora vai ajudar a montar uma exposio com os trabalhos. Convidem outras classes para visitar a exposio e conhecer as atividades econmicas do municpio.
<R->

Conte o que voc sabe...

  Algum de sua famlia trabalha em uma fbrica? Conte aos colegas: o que a pessoa faz, qual o nome de sua atividade, onde fica a fbrica e o que ela produz. Conte tambm que mquinas a pessoa opera.

               ::::::::::::::::::::::::

<127>
Jogo dos contrrios

  Voc aprendeu muita coisa sobre a transformao de matria-prima em produtos industrializados. Agora, que tal brincar um pouco com o seu conhecimento?

<R+>
 1. Escreva no caderno quais so os produtos que podemos obter a partir de:
 a) mandioca
 b) leite
 c) milho
 d) madeira

 2. Agora ser o contrrio. Voc vai escrever no caderno o nome da matria-prima que originou cada produto apresentado. Se necessrio, faa uma pesquisa em livros, enciclopdias ou na Internet.
  cadernos
  garrafas
  baldes plsticos
  pneus
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<128>
          Notcias do Brasil

Coco para bancos de veculos

  Estudos revelam que a fibra de coco  excelente matria-prima
para a fabricao de bancos de veculos.

Da floresta para a fbrica
  Abril de 2001.  a primeira vez que a fbrica que vai processar fibra de coco para produzir estofamentos para veculos toca a sirene no municpio de Ananindeua, perto de Belm, no estado do Par. A empresa comeou a operar sabendo quais so seus fornecedores e clientes. Ela receber fibras de coco que j foram tratadas nos prprios locais de coleta, nas cercanias de Belm e na Ilha de Maraj. E vender estofados para uma empresa alem de veculos, que tem uma fbrica na regio do ABC paulista.
  Alm de mais durveis e mais confortveis que os estofados feitos com outros materiais, os assentos de fibra de coco tambm so mais resistentes.

Projeto ambiental e social
  Interessada em apoiar projetos ambientais com efeitos sociais, a empresa alem encarregou sua filial brasileira de pesquisar oportunidades aqui no pas.
  Depois de muitos estudos, a empresa organizou uma parceria com diversas instituies, como a Universidade Federal do Par e o governo do estado. As comunidades envolvidas no projeto receberam gua, saneamento bsico, escola e tambm instalaes para trabalhar a matria-prima, aproveitando todos os resduos.
  Iniciativas como essa so importantes para promover o desenvolvimento do norte do pas.

<R+>
Adaptado de Revista Galileu, n.o 119, jun. de 2001.
<R->

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

<129>
<p>
<R+>
Captulo 6  O municpio 
  conectado
<R->

  Nos captulos anteriores voc aprendeu que h muitas diferenas entre o espao urbano e o espao rural.
  Neste captulo voc vai ver de que forma os municpios se relacionam. Compreender as relaes entre os lugares  importante para sabermos como se constri e se transforma o espao geogrfico com o passar do tempo.

               ::::::::::::::::::::::::

<130>
Al!

  Voc j parou para pensar que tudo o que nos rodeia nos fornece alguma informao? Sinais, desenhos, placas, luzes, cores, palavras, pessoas, construes, paisagens... Agora voc vai construir um dos meios de comunicao mais comuns que existem: o telefone.
<p>
<R+>
 1. Forme uma dupla com um colega e sigam as orientaes.

 Material necessrio:
  1 metro de mangueira ou outro tubo flexvel
  dois funis de plstico

 Como montar:
 a) Enfiem um funil em cada ponta da mangueira.
 b) Para fixar bem, passem fita isolante, fita crepe ou fita adesiva.
 c) Agora  s bater papo!

 2. Depois da conversa, forme uma roda com os demais colegas e respondam s perguntas a seguir.
  Voc utiliza o telefone no seu dia-a-dia?
  Que outros meios de comunicao voc usa?
  Por que palavras, desenhos, nmeros e outros smbolos so importantes no dia-a-dia?
  Voc acha importante as pessoas terem  disposio diferentes jeitos de se comunicar?
  Que informaes uma paisagem pode fornecer?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<131>
Do outro lado da linha

  Com seus colegas, voc construiu um telefone. Agora vai ficar sabendo um pouco mais sobre esse aparelho to til em nosso dia-a-dia.

 1. Leia os textos.

  Tudo aquilo que no existia e foi criado pelo trabalho humano  uma inveno.
  De modo geral, uma inveno d origem a outra. Ao longo do tempo, os seres humanos vo combinando conhecimentos e tecnologias e aperfeioando invenes que j existiam. Uma inveno pode ser resultado da necessidade de se fazer alguma coisa de maneira mais rpida e com melhores resultados.  tambm uma forma que os seres humanos encontram para contornar obstculos impostos pela natureza.

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::::
l  O telgrafo foi inventado    _
l  em 1793 por um francs e     _
l  transmitia sinais por um fio  _
l  a lugares distantes. Com o   _
l  passar do tempo, outros te-   _
l  lgrafos foram desenvolvidos  _
l  e serviram como base para a   _
l  inveno do telefone.         _
h::::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

  Em 1876, Alexander Graham Bell (1847-1922), escocs que se dedicava a ensinar pessoas com surdez, descobriu acidentalmente o telefone enquanto fazia experincias com um telgrafo em seu laboratrio.
  Com essa inveno, foi possvel pela primeira
vez transmitir a fala atravs de fios.

<R+>
 2. Troque idias com os colegas e a professora.
  Voc j inventou alguma coisa ou conhece algum inventor?
  Que tipos de aparelhos telefnicos voc conhece?
  Na sua opinio, todas as invenes trazem benefcios  humanidade?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<132>
O mundo da comunicao

  Algumas invenes tornaram nossa vida mais econmica, rpida e prtica. O telefone colocou o mundo em contato por meio de fios. Hoje, nem de fios eles precisam! Com a inveno de telefones mveis e celulares, as pessoas podem conversar de qualquer lugar do planeta a qualquer dia e hora. Mas como era no passado? Como as pessoas faziam para receber notcias do que acontecia no mundo?
<p>
 1. Leia os textos. 

  Ao estudar Histria, voc ficou sabendo que a armada de Pedro lvares Cabral chegou ao Brasil em 22 de abril de 1500. A bordo de uma das naus estava o escrivo oficial, Pero Vaz de Caminha. Ele escreveu uma carta a dom Manuel, rei de Portugal, anunciando a descoberta de novas terras. Essa carta continha 27 pginas e foi escrita entre os dias 26 de abril e 1 de maio. Somente aps algumas semanas do descobrimento ela chegou a Portugal.
  Se Cabral chegasse ao Brasil no incio do sculo XXI, provavelmente haveria um computador a bordo do navio. Por ele, o viajante enviaria uma correspondncia eletrnica ao rei, que poderia receb-la imediatamente em Portugal. Portanto, o anncio da descoberta de novas terras seria feito quase instantaneamente na Europa!

<133>  
  Os meios de comunicao servem para que as pessoas se comuniquem a distncia e para que os lugares se interliguem. Durante muito tempo, a carta foi a melhor maneira de enviar e receber notcias.
  Por isso, os Correios tiveram um papel muito importante na histria da comunicao no Brasil. O cavalo, a bicicleta e os prprios ps eram os meios de locomoo dos primeiros carteiros. Essa profisso surgiu no pas em 1663.

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::::
l  Em 1990 foi criada a Rede  _
l  Fluvial da Amaznia, for-   _
l  mada por uma frota de embar-  _
l  caes que ajudam a integrar  _
l  a regio por meio de um ser-  _
l  vio postal regular.          _
h::::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

  Hoje, correspondncias e mercadorias cruzam os ares, os mares e a terra em modernos avies, navios e caminhes, chegando mais rapidamente ao destino.
  H empresas especializadas em servios de entregas rpidas. Com a informatizao, a separao de cartas e outras encomendas  toda feita por computador.

<R+>
 2. Troque idias com os colegas:
  Quais so os principais meios de comunicao utilizados no seu municpio?
  Como voc costuma se corresponder com amigos e familiares?
  Voc ou algum que voc conhece usa a carta manuscrita como meio de comunicao?

 3. Converse com uma pessoa que voc conhece que tenha mais de 55 anos. Pergunte a ela quais eram os meios de comunicao na poca em que ela era criana ou adolescente. Anote tudo no caderno. Depois, leia suas anotaes aos colegas e  professora e compare as informaes.
<R->

<134>
Sintonizando

  As cartas tradicionais, manuscritas, j no so o veculo de comunicao mais utilizado pelas pessoas em muitas cidades. No campo, com a instalao de telefones pblicos e o aumento das linhas residenciais, as pessoas tambm usam menos esse recurso. Agora voc vai conhecer outros meios de comunicao.

 1. Leia os textos.

  No Brasil, especialmente no campo, o rdio  ainda o principal veculo que as pessoas utilizam para saber notcias do que acontece no mundo. Ele foi inventado em 1896 pelo italiano Guglielmo Marconi (1874-1937) e possibilitou a transmisso de sons por meio de ondas. 
  Quase todos os brasileiros possuem um rdio em casa.

  No se pode dizer que a televiso teve apenas um nico inventor. O princpio de seu funcionamento j havia sido proposto em 1880, mas no havia tecnologia disponvel na poca para tornar o projeto vivel.
  O primeiro programa experimental foi transmitido por uma emissora europia em 1929. A televiso possibilitou a transmisso de imagens e sons por meio de ondas que so captadas por antenas.
  No Brasil, a televiso chegou somente na dcada de 1950, com a inaugurao da TV Tupi de So Paulo. Com imagens em preto-e-branco, a televiso era um artigo de luxo a que somente as famlias mais ricas tinham acesso. Na foto, a vinheta que sinalizava o encerramento dirio da TV Tupi.

<R+>
 _`[{a foto mostra o desenho de um indiozinho dormindo numa rede. Pela janela da oca, aparece a lua, num cu estrelado_`]
<R->

<135>
  Em 1991 comeou a implantao do sistema de TV a cabo no Brasil. Esse sistema permite que as informaes cheguem s casas por cabos. Com isso, o pblico brasileiro teve acesso a canais mundiais de televiso, que transmitem informaes e proporcionam entretenimento 24 horas por dia.

<R+>
_`[{foto mostrando a primeira pgina de um jornal onde se l: "BRAZIL LIVRE  treze de maio  extinco da escravido". Legenda a seguir_`]
  Primeira pgina do jornal *Gazeta de Notcias* de 14 de maio de 1888, com o texto integral da Lei urea, que determinou a abolio da escravido no Brasil.
<R->

  Jornais e revistas so veculos de informao bem antigos. O primeiro jornal impresso do Brasil foi a *Gazeta do Rio de Janeiro* no sculo XIX. As revistas no eram to diversificadas como as de hoje. Naquela poca, no havia computadores, e o trabalho era todo manual.
  No Brasil, quando ainda no havia telefone ou televiso, os jornais foram importantes difusores de idias. Os abolicionistas, por exemplo, que pediam o fim da escravido no Brasil, divulgavam suas idias nos jornais para mobilizar o restante da populao.

<R+>
 2. Troque idias com os colegas e a professora.
  Quais dos meios de comunicao citados nas pginas 270 e 271 so utilizados por voc ou por sua famlia para saber notcias do que acontece no Brasil e no mundo?
  Na sua opinio, qual desses veculos fornece informaes mais confiveis? Por qu?
 
 3. Converse com algum da famlia ou uma pessoa prxima sobre como eram os programas de televiso e de rdio no passado. Anote no caderno o que a pessoa disser. Depois, leia suas anotaes para a classe. Qual a principal diferena entre o que era apresentado no passado e o que  apresentado atualmente? Registre a opinio da turma no caderno.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<136>
Brincando de mmica

  Sabe quando sua me, seu pai ou seu responsvel descobrem que voc fez arte? s vezes, eles nem precisam dar uma bronca, no  verdade? Basta dar aquele olhar e a gente j sabe que alguma coisa no vai bem. Nesse caso, o olhar substitui (e muito bem!) as palavras. A toda hora estamos nos comunicando: com palavras, com gestos, com o olhar.., O nosso corpo fala, sabia? Agora, voc e seus colegas vo brincar de mmica. Nessa brincadeira, quem for fazer a mmica no pode usar palavras, combinado?

<R+>
 1. A professora ir ajudar a classe a formar duas equipes. Sigam as dicas:
  Cada equipe deve se reunir em um canto da sala de aula. Escolham o nome de uma brincadeira, de um filme, de uma msica, etc. A outra equipe ter de adivinhar o nome que vocs escolheram. Conversem bem baixinho para o outro grupo no escutar!
  Decidam no par-ou-mpar que grupo vai comear.
  A equipe vencedora escolhe um integrante da equipe adversria para fazer a mmica. Algum cochicha no ouvido dele o nome que dever representar. Avisem ao outro grupo se  nome de msica, filme, personagem, etc. Essa  a nica dica que a equipe pode dar.
  A pessoa escolhida para representar tem, no mximo, 5 minutos para revelar ao seu grupo o nome secreto por meio de mmica. A professora vai marcar o tempo.
  Mas ateno! A pessoa que est fazendo a mmica no pode falar coisa alguma. Se isso acontecer, ela deve passar a vez e a sua equipe perde 1 ponto.
  Se em 5 minutos o nome secreto no for descoberto, a equipe que o escolheu o revela e marca 1 ponto. Depois,  a vez da outra equipe.

 2. Depois da brincadeira, converse com os colegas.
  Houve dificuldade em se comunicar sem palavras?
  No dia-a-dia, voc usa algum sinal para se comunicar com seus colegas ou familiares?
  Voc conhece algum que se comunica por meio de sinais?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<137>
<p>
Ligado na rede

  Como voc viu, uma inveno  aperfeioada por vrios motivos: pela curiosidade do pesquisador, pelas necessidades dos grupos humanos num certo momento e tambm para vencer desafios da natureza. Conhea agora um meio de comunicao que revolucionou o mundo: o computador.

 1. Leia os textos.

  Os avanos tecnolgicos provocam mudanas nas sociedades e nas paisagens: descobrem-se outros usos para matrias-primas, constroem-se indstrias, abrem-se estradas, surgem novos trabalhos, instalam-se torres de transmisso tanto na cidade como no campo. Em funo dessas mudanas, o modo de vida das pessoas se modifica. At bem pouco tempo era preciso sair de casa para levar a carta ao correio; hoje podemos, com um computador conectado a uma linha telefnica, entrar em contato com um amigo em qualquer lugar do mundo.
  Os computadores so aparelhos criados para organizar, armazenar, selecionar e transmitir grande quantidade de informaes (ou dados, na linguagem da informtica). H cerca de 30 anos, a palavra "computador" era desconhecida da maioria das pessoas. O nome deste aparelho vem do latim *computare*, que quer dizer "contar".
  Assim como outras invenes, o computador tambm tem uma histria. Ele  resultado de uma necessidade antiga. Desde que os seres humanos precisaram realizar muitos clculos de uma vez, comearam a recorrer a instrumentos 
<p>
que lhes facilitassem essa tarefa.

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::::
l  O baco chins  um dos      _
l  mais antigos instrumentos de  _
l  contagem criados pelos seres  _
l  humanos. So rodelas enfia-  _
l  das em arames, que permitem   _
l  efetuar contas com maior      _
l  rapidez.                      _
h::::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

<138>
  O precursor dos modernos computadores foi construdo pelo ingls Charles Babbage. Em 1812 ele apresentou o primeiro projeto de uma calculadora automtica. Muitos outros equipamentos apareceram depois.
  Os primeiros computadores eram engenhocas enormes, que demoravam muito tempo para fazer as operaes. Foi somente em 1946 que surgiu o primeiro computador totalmente eletrnico da histria: o Eniac.  O Eniac fazia 5.000 contas por segundo, pesava 30 toneladas e ocupava uma sala inteira.
  A partir da dcada de 1980, os computadores pessoais ou PCs tornaram-se muito populares. O desenvolvimento da informtica contribuiu para que eles reduzissem de tamanho, ficassem mais compactos e pudessem ser operados por qualquer pessoa.
  Os computadores representam a maior revoluo tecnolgica do sculo XX.
  Os computadores, alm de serem poderosos instrumentos de trabalho, tambm so  utilizados como 	forma de diverso.
<139>
  Dos trabalhos escolares s viagens  Lua, da venda de material de construo at fotos de outros planetas e a previso do tempo, os computadores esto presentes de vrias formas na nossa vida. Principalmente nas grandes cidades, eles ajudam as pessoas a economizar tempo na realizao de tarefas do cotidiano.
  Hoje eles so utilizados em quase todas as reas que fazem parte do nosso dia-a-dia.

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::::
l  Os satlites enviam imagens  _
l  para a Terra. Nas esta-     _
l  es meteorolgicas, essas    _
l  imagens so registradas e     _
l  analisadas por computadores.  _
l  Eles so uma ferramenta      _
l  importantssima na previso   _
l  do tempo. Na foto (no       _
l  livro em tinta), um pes-     _
l  quisador analisa imagens dos  _
l  radares meteorolgicos em     _
l  Ji-Paran, no estado de     _
l  Rondnia.                    _
h::::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

  Com a Internet, a rede mundial de computadores, a Terra ficou conectada e as informaes no tm mais fronteiras. As pessoas que tm um computador ligado  rede telefnica podem realizar operaes bancrias, fazer compras, conhecer o acervo de museus, bibliotecas, lojas de discos, pesquisar sobre qualquer assunto, bater papo e fazer amigos em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora do dia ou da noite.
  As salas de bate-papo ou *chats* so o ponto de encontro de milhes de usurios da Internet todos os dias no mundo.

<R+>
 2. Troque idias com os colegas e a professora.
  Voc concorda que a informtica contribui para facilitar o dia-a-dia das pessoas?
  Voc tem computador ou usa computador no seu dia-a-dia?
  Voc concorda que, com a Internet, a distncia entre os lugares diminuiu? Por qu?
  Voc usa o correio eletrnico ou *e-mail* para se corresponder com algum?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<140>
<p>
<R+>
Investigando os meios de 
  comunicao do municpio
<R->

  Voc conheceu alguns meios de comunicao. Viu que eles so importantes para conectar as pessoas e os lugares. So formas de divulgar informaes, que foram se modificando com o passar do tempo.
  Agora voc vai investigar os meios de comunicao no seu municpio. Vamos l?

<R+>
 1. Forme um grupo com trs ou quatro colegas. A professora vai sortear um meio de comunicao para cada grupo. Basta, depois, seguir o roteiro. Se o grupo quiser, pode acrescentar outras perguntas.
<R->

Rdio
  O municpio possui estaes de rdio? Quais? So de AM ou FM?
  Qual a programao da rdio?
  H rdio comunitria?
  Que outras estaes de rdio  possvel sintonizar? De que lugar elas so?
  A sintonia  boa? D para escutar bem o que o locutor fala?

Televiso
  O municpio possui alguma estao de televiso? De qual emissora?
  H uma emissora do municpio?
  Que canais das emissoras tradicionais podem ser sintonizados?
  A rede eltrica  boa? O que se faz para sintonizar bem um canal?
  H sistema de TV a cabo?

Jornal
  O municpio tem um jornal prprio? Qual?
  A grfica (lugar onde o jornal  impresso) fica no municpio ou fora dele?
  Se o municpio no tem jornal prprio, que jornais so distribudos?
  De onde eles vm?
  Como os jornais chegam ao municpio?
  Como so entregues nas bancas e na casa dos assinantes?
  H jornais de bairro ou de instituies? A quem so destinados?
  No municpio h cursos que formam jornalistas? Quais?

<141>
Revista
  H revistas feitas no municpio? Quais?
  De que assunto tratam as publicaes mais comuns?
  Os assuntos so diversificados?
  Que outras revistas circulam no municpio? De onde vm?
  Como elas chegam ao municpio?

Computador
  O computador  um equipamento comum no municpio?
  Em que estabelecimentos  mais usado?
  A Internet est disponvel no municpio? Em que estabelecimentos ela  mais usada: residenciais, comerciais ou outros?
  A rede telefnica garante uma boa conexo?

<R+>
 2. A professora vai marcar um dia para os grupos apresentarem o resultado da investigao. No dia marcado:
  estejam afiados;
  prestem ateno ao que os colegas vo falar;
  anotem no caderno as informaes que eles trouxerem;
  perguntem e troquem idias, afinal,  um trabalho sobre comunicao!
 
 3. Aps a apresentao, formem uma roda de conversa. Discutam sobre alguns pontos e anotem no caderno o que for debatido.
  Qual a importncia dos meios de comunicao?
   importante manter-se informado sobre o que acontece no Brasil e no mundo? Por qu?
  Vocs acham que os meios de comunicao mudaram muito desde o tempo em que os pais de vocs eram crianas? Para confirmar, perguntem a eles depois.
  Como vocs acham que jornais e revistas, por exemplo, chegam a lugares distantes dos grandes centros urbanos? O que contribui para esse alcance?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<142>
Ir e vir
  
  Voc aprendeu que os meios de comunicao conectam pessoas e lugares. Mas h outras formas de aproximar pessoas e lugares.  o que voc vai ver agora. Pronto para a viagem? Ento, p na estrada!

 1. Observe estas imagens.
<R+>
 _`[{doze fotos mostrando as imagens descritas a seguir_`]
 Foto 1: um nibus;
 Foto 2: um tren puxado por ces;
 Foto 3: um avio;
 Foto 4: alguns dromedrios;
 Foto 5: um grupo de boiadeiros montado em seus cavalos;
 Foto 6: uma mulher carregando uma criana, caminhando por uma estrada;
 Foto 7: uma barca num rio;
 Foto 8: um helicptero;
 Foto 9: um navio em alto-mar;
 Foto 10: uma moa numa bicicleta;
 Foto 11: dois jovens numa motocicleta;
 Foto 12: um trem parado numa estao do metr.

<143>
 2. Troque idias com os colegas e a professora.
  Para voc, o que h de comum entre todas essas imagens?
  Como voc faz para ir de um lugar a outro?
  Qual dessas maneiras de se locomover voc nunca utilizou?
  Todos os jeitos de se locomover apresentados nas fotos so movidos pela mesma fora?
  Todos eles podem circular pelos mesmos lugares? Por qu?
  Algum meio de transporte apresentado nas fotos no existe no Brasil? Qual?
  Por que alguns meios de transporte existem em certos lugares e em outros no?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<144>
Em movimento

  Voc viu que os grupos humanos utilizam diferentes formas de se locomover pelo espao. Por toda a parte, carros, motos, navios, bicicletas esto o tempo todo transportando pessoas e mercadorias. Como  esse movimento no municpio? Como os meios de transporte e as vias de circulao interligam o campo e a cidade?  isso que voc vai comear a investigar.
<p>
1. Observe a ilustrao.

<R+>
 _`[{a ilustrao mostra, de um lado, o espao rural e, do outro, o espao urbano, ligados por estradas, rodovias e uma linha frrea. Descrio a seguir_`]
  Espao rural: casas, plantaes, bois, vacas, cavalos, trator, bicicleta, carroa, trem, caminho, automvel e canoa;
  Espao urbano: edifcios, fbricas, viadutos, aeroporto, helioporto, porto, metr de superfcie, praas, avies, helicpteros, navios, trem, automveis, nibus, caminho, bicicleta, motocicleta.

<146>
 2. Troque idias com os colegas.
  Que meios de transporte so mais comuns no espao urbano?
  Quais so mais comuns no espao rural?
  Quais dos meios de transporte que aparecem na ilustrao voc utiliza no dia-a-dia?
  O que  necessrio construir para facilitar a circulao de veculos de um lugar a outro do municpio e fora dele?

 3. Observe como Rogrio comeou a completar o quadro baseado na ilustrao da pgina 290.

  meio de transporte: automvel
  onde  usado: cidade e campo
  onde se desloca: ruas, estradas asfaltadas e de terra, avenidas, rodovias.
  meio de transporte: canoa
  onde  usado: campo, cidade
  onde se desloca: rios e lagos

 4. Agora  sua vez! No caderno, faa um quadro como o de Rogrio. Complete-o com os meios de transporte que aparecem na descrio da pgina 290.
 5. Mostre seu quadro aos colegas e veja o que eles fizeram. Ser que todos completaram o quadro do mesmo jeito? Se necessrio, corrija o exerccio.
<R->

DESAFIO

  A palavra *meio* tem muitos significados em portugus. Leia alguns
exemplos:
<R+>
  Davi e Juliana dividiram o lanche ao meio. (metade)
  A bola foi parar no meio da rua. (centro)
  O menino estava no meio dos pais. (posio intermediria entre dois seres ou objetos)
  Peixes vivem no meio aqutico. (ambiente)
  O nico meio de chegarmos em casa  caminhando. (modo, maneira)      
<R->

  Consulte o glossrio para ler a definio de meio de comunicao. Em seguida no caderno, escreva uma definio para meio de transporte. Se quiser, consulte um dicionrio. Leia o que voc escreveu aos colegas e  professora. Se necessrio, complete sua definio.

<147>
Helicptero de caixinha
  
  Que tal aprender a construir um helicptero para brincar com os colegas?

<R+>
Material necessrio:
  uma caixa de fsforos vazia; 
  um palito de sorvete;
  dois palitos de dentes sem as pontas;
  um pedao de linha de soltar pipa.

 a) Fure cuidadosamente o palito de sorvete no meio e enfie um palito de dentes. Isso ser a hlice.
 b) Fure cuidadosamente a caixinha de fsforos.
 c) Passe a linha como mostra a ilustrao (no livro em tinta).
 d) Amarre uma ponta da linha na hlice e a outra ponta em outro palito de dentes.
 e) Puxe a linha e enfie a base da hlice na caixinha at atravess-la. 
 f) Agora gire a base da hlice para enrolar a linha de fora.
 g) Puxe a linha para fazer a hlice girar.

Atividade adaptada de *Barangando arco-ris*, Adelsin, Lapa  Cia. de Ao Cultural.

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  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 h) Pronto! Agora  s sair por a, brincando com seu helicptero!
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               ::::::::::::::::::::::::

<148>
Revolucionando o mundo

  A evoluo dos meios de transporte permitiu aos seres humanos chegar a lugares cada vez mais distantes em um tempo menor. Mas nem sempre foi assim. Dos ps dos caminhantes at os nibus espaciais foram anos de invenes e descobertas. A principal delas: a roda.

 1. Leia os textos.

  A roda foi inventada entre os anos 3500 e 3000 a.C. Antes dela, transportar objetos pesados e volumosos dava um trabalho e tanto. Eram usados rolos feitos de troncos de rvore para atuar como rodas. Mas era exigido grande esforo para coloc-los no lugar e manter a carga equilibrada.
  As rodas primitivas eram discos slidos de madeira cortados de troncos de rvores. Elas foram sendo aperfeioadas e adaptadas aos recursos disponveis nos lugares.
  Rodas de pedras foram encontradas em regies onde as rvores eram escassas.
<149>
  Para muitos cientistas, a roda  o maior invento de todos os tempos. Ela deu incio a uma nova era: revolucionou os transportes e as comunicaes, abriu caminho para as mquinas modernas, permitiu utilizar novas fontes de energia, modificou as tcnicas agrcolas e artesanais.
  A inveno da roda possibilitou que os grupos humanos ocupassem novos espaos. Criando e adaptando meios de transporte s rodas, eles puderam transportar mais carga e percorrer maiores distncias nos espaos.
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l  Com a inveno da roda os    _
l  grupos humanos tambm pude-   _
l  ram produzir maior quantida-  _
l  de de alimentos, pois as      _
l  atividades agrcolas tambm   _
l  ficaram mais fceis de ser    _
l  executadas. Na imagem ao     _
l  lado (no livro em tinta),   _
l  um detalhe de pintura do      _
l  sculo XV mostrando um      _
l  arado movido a trao         _
l  animal.                       _
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 2. Troque idias com os colegas e a professora.
  Voc consegue imaginar um mundo sem rodas?
  No seu dia-a-dia que veculos com rodas voc utiliza?
  E veculos sem rodas?
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<150>
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Meios de transporte ao longo do tempo
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  Voc viu que depois da inveno da roda o mundo no foi mais o mesmo. Agora voc vai conhecer um pouco da histria de alguns meios de transporte  com rodas e sem rodas. Suba nesse trem e boa viagem!

 1. Leia os textos.

  Na poca das grandes navegaes, mares e oceanos foram explorados em busca de novos caminhos para as ndias, como voc deve ter estudado em Histria. Tal explorao somente foi possvel devido ao aprimoramento das embarcaes, como as caravelas. Seu desenvolvimento, por exemplo, foi um dos fatores que permitiram a chegada dos portugueses ao Brasil em 1500. Assim, espaos eram conquistados e ampliados.
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l  De Lisboa, Portugal,     _
l  Bahia, local onde aportou,  _
l  a esquadra de Cabral fez    _
l  uma viagem de 44 dias.      _
l  Atualmente, de avio, esse  _
l  percurso  feito em torno    _
l  de 8 horas.                 _
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  Atualmente, modernos navios cruzam os mares do planeta transportando pessoas e mercadorias. Essas embarcaes contam com poderosos recursos de localizao, como satlites, computadores de bordo, radares e sonares.
  Os transatlnticos so verdadeiros hotis flutuantes, com restaurantes, piscinas e grandes salas de jogos.

<151>
  Os primeiros trens eram puxados por cavalos. Mais tarde, com a inveno do motor a vapor, a fora dos animais foi substituda. Apareceu, ento, a locomotiva a vapor, depois substituda pela locomotiva eltrica.
  Em alguns lugares do Brasil, como Bento Gonalves (RS) e So Joo Del Rey (MG), ainda h marias-fumaa realizando passeios tursticos.
  Os trens evoluram muito. O TGV (trem de grande velocidade)  um meio de transporte utilizado todos os dias por milhares de passageiros em pases como a Frana e o Japo.

  Bicicletas so veculos de transporte que sempre foram muito utilizados pelas pessoas. Antes das bicicletas modernas, os veculos de duas rodas que existiam eram bem engraados. As primeiras bicicletas no possuam pedais nem pneus. As rodas eram feitas de metal ou madeira.
  Hoje h bicicletas muito especiais, usadas em competies. So feitas com material mais leve e resistente, possuem marchas e pneus mais finos que as bicicletas normais.
  Em muitas cidades do Brasil e do mundo, as bicicletas ainda so o principal meio de transporte das pessoas.

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l  O primeiro vo do 14-Bis   _
l  foi realizado em Paris,      _
l  Frana.                      _
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<F+>

  O sonho de voar sempre acompanhou a humanidade, como provam mitos e lendas antigos. A histria dos veculos areos  bem mais recente. Oficialmente, o primeiro avio a voar foi o 14-Bis, criado e pilotado pelo brasileiro Santos Dumont em 1906.

Voc sabia?...

  Conta uma antiga histria da mitologia grega que caro e seu pai, Ddalo, estavam presos em uma ilha a mando do rei Minos. Para que pudessem fugir, o pai construiu dois pares de asas usando cera. Conseguiram, assim, escapar da ilha. caro, porm, extasiado com a maravilhosa experincia de voar, no ouvia os conselhos do pai para que no voasse alto demais. Foi acompanhando as aves at que, como Ddalo tinha advertido, se aproximou tanto do Sol que a cera das asas derreteu. caro caiu e morreu no mar.

<153>
  Os avies supersnicos so aqueles que chegam a atingir ou ultrapassar a velocidade do som. Esses avies ultramodernos podem dar a volta ao mundo em apenas um dia e meio!
  O Concorde  um avio supersnico que chega a mais de 2.200 quilmetros por hora, o dobro da velocidade do som.

  Com a inveno do automvel, as distncias, grandes ou pequenas, deixaram de ser um problema. Antes da inveno do motor a gasolina, muitos veculos impulsionados a motor (vapor, gua e outros) j haviam surgido, mas nenhum to importante como a inveno de Gottlieb Daimler e Karl e Benz, em 1885.
  No incio, andar de carro era uma verdadeira aventura. As ruas no eram asfaltadas, os carros viviam quebrando e no ofereciam muita segurana aos passageiros.
  Hoje a situao  outra. Os carros so bem mais confortveis, seguros e rpidos. H rodovias asfaltadas que ligam os lugares uns aos outros.
  Por outro lado, o aumento de veculos provocou poluio ambiental, um dos grandes problemas de quase todos os pases do mundo.
  Nas grandes cidades, o acmulo de automveis provoca enormes engarrafamentos.

<154>
<R+>
 2. Troque idias com os colegas e a professora.
  Quais dos meios de transporte apresentados da 298  303 so mais utilizados pelas pessoas que moram com voc?
  Quais deles voc acha que poderiam ser mais utilizados para ajudar a diminuir a poluio ambiental?
  Quais so as facilidades que veculos motorizados oferecem em relao a veculos movidos com fora animal?
  No seu municpio h ciclovias?
  Voc acha que com a inveno dos automveis o modo de vida das pessoas mudou? Por qu?
  Voc concorda que a inveno da roda revolucionou os meios de transporte? Por qu?

 3. Converse com uma pessoa que mora com voc para saber se ela gostaria de utilizar um meio de transporte diferente do que utiliza atualmente. Pergunte a ela por que e anote tudo no caderno. Depois, leia suas anotaes aos colegas e  professora. Comparem as respostas.
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<p>
Voc sabia?...

  No  somente o sonho de voar que acompanha a humanidade. O de conhecer outros lugares fora da Terra tambm.
  A tecnologia permitiu a realizao desse sonho somente em 1969, com o pouso na Lua da nave espacial Apolo 11. A bordo dela estavam trs astronautas norte-americanos: Neil Armstrong, Edwin Aldrin, Michael Collins. Armstrong foi o primeiro ser humano a pisar na Lua.

               ::::::::::::::::::::::::

<155>
Seu municpio conectado

  Voc viu que seu municpio  formado pelo espao urbano e pelo espao rural. Viu que os meios de comunicao, os meios de transporte e as vias de circulao servem para colocar as pessoas em contato, para aproxim-las e para interligar os lugares. Eles so uma parte do esquema que contribuiu para que campo e cidade se conectassem. Agora voc vai investigar um pouco mais seu municpio e como ele se relaciona com outros lugares.

<R+>
 1. Forme um grupo com alguns colegas. Cada grupo vai investigar um dos temas abaixo. Eles sero sorteados pela professora.
  Aeroporto: nome; localizao; outras informaes
  Porto: nome; localizao; outras informaes
  Principais rodovias que ligam o municpio a outras cidades
  Principais estradas que ligam a cidade ao campo
  Principal meio de transporte utilizado para enviar produtos do campo para a cidade
  Principal meio de transporte utilizado para enviar produtos da cidade para o campo
  H ferrovias que passam pelo municpio? Quais? O que os trens transportam?
  H transporte fluvial (por rios)? O que  transportado?
  H rodoviria no municpio? Para onde vo os nibus que partem do municpio?

<156>
 2. Usem todos os recursos que puderem para obter informaes: Internet, entrevistas, almanaques, enciclopdias, jornais do municpio, etc.  interessante levantar alguns dados histricos, como data de abertura, nome do idealizador do projeto, nmeros de usurios, nome de produtos que circulam, etc.
 3. Anotem todas as informaes no caderno. Depois de finalizada a parte da pesquisa, passem o trabalho a limpo em uma cartolina. Tentem conseguir imagens sobre o assunto em que esto trabalhando para apresent-las aos colegas.
 4. A professora vai marcar um dia para a apresentao dos grupos.
 5. No dia da apresentao,  importante que cada um faa anotaes no caderno a respeito dos temas apresentados pelos outros grupos.
 6. Se tiver alguma dvida, no deixe de perguntar ao grupo que est se apresentando ou  professora.

 7. Aps a apresentao, forme uma roda de conversa. Anote as respostas no caderno.
  Qual a relao entre os meios de transporte e as atividades econmicas do municpio onde a classe vive?
  Os meios de transporte utilizados so adequados para a entrada e sada de produtos do municpio?
  Os meios de comunicao existentes ajudam as pessoas que vivem no campo a se manter informadas sobre o que acontece na cidade?
  As vias de circulao (estradas, ferrovias, rodovias, etc.) so adequadas e suficientes para o transporte de pessoas e mercadorias?
  Outros meios de transporte (barcos e trens, por exemplo) poderiam ser mais explorados?
  As estradas e rodovias que interligam a cidade e o campo so bem conservadas? E as que ligam o municpio a outros lugares?
 
 8. Depois da discusso, a classe vai escrever um texto coletivo sobre os meios de transporte, os meios de comunicao e as vias de ligao do municpio.
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               ::::::::::::::::::::::::

<157>
          Notcias do Brasil

<R+>
Comunicaes e transportes do 
  futuro
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  Cientistas afirmam: o sculo XXI ser aquele em que a tecnologia promover mudanas nunca antes vistas pelas sociedades humanas.

Impacto profundo
  Os cientistas no hesitam em afirmar que, nas prximas dcadas deste sculo, o progresso tecnolgico vai provocar grandes mudanas no modo de vida das sociedades humanas. Mas tambm afirmam que  arriscado fazer qualquer previso quanto ao futuro.
  Na rea dos transportes, das comunicaes, na inveno de robs que substituem o trabalho humano ou na busca de conhecer e ultrapassar os limites do universo, o impacto das descobertas cientficas ser profundo, superando de longe tudo o que se viu at hoje.
  Entre algumas das reas beneficiadas com a revoluo tecnolgica est a medicina. Hoje j temos uma pequena amostra do que vem por a, com a clonagem de animais, por exemplo.
  Isso tudo no so previses fantasiosas, mas apenas uma continuao de coisas que j esto acontecendo no Brasil e no mundo ou se encontram em fase de projeto em laboratrios. E essas mudanas 
marcaro a vida de todos, pobres e ricos.

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!::::::::::::::::::::::::::::::::
l  Cirurgias realizadas com o   _
l  apoio de computadores j so  _
l  uma realidade. Na imagem     _
l  (no livro em tinta), a      _
l  primeira cirurgia a distn-   _
l  cia realizada no Brasil,     _
l  feita em um hospital de       _
l  So Paulo com o auxlio     _
l  de um rob controlado por     _
l  um mdico norte-americano     _
l  de seu local de trabalho em   _
l  Baltimore, Estados          _
l  Unidos.                      _
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<F+>

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Casas controladas por robs
  Nas casas, andrides  aqueles seres de filme, meio homem, meio mquina  controlaro a rotina domstica, as contas, os compromissos, a segurana da casa e iro buscar na rede (Internet) todo tipo de informao.
  De acordo com as expectativas dos cientistas, ainda nos primeiros 30 anos do sculo XXI, os primeiros robs semi-inteligentes, capazes de falar e tomar certas decises, j executaro algumas tarefas de controle em casa, no trnsito, em prdios, aeroportos e hospitais.
  No futuro, robs executaro trabalhos que exigem preciso, como pegar ferramentas sob o comando da voz. Na foto (no livro em tinta), teste de um rob projetado para auxiliar o dentista no atendimento odontolgico.
 
Computadores mais baratos
  Segundo estimativas dos pesquisadores, os computadores, que no param de evoluir, mudaro a nossa vida de modo ainda mais profundo. Tero capacidade e memria gigantescas, ficaro menores, mais baratos e mais rpidos. Coisas incmodas, como fios, tomadas e teclado, desaparecero aos poucos. A conexo, hoje feita pela via telefnica, ser feita por via eletrnica, e o computador vai falar e ouvir.

Comunicaes instantneas
  Segundo previses dos pesquisadores, por volta do ano 2020, a Internet j estar fundida com telefone e televiso e transformada, em definitivo, na via normal de contato, feito em segundos, com qualquer lugar do planeta, a partir do escritrio, do carro, do celular, de um relgio, de um avio. Isso representar um salto enorme para as telecomunicaes. O contato ser instantneo, sem interferncias, entre todos os pontos do planeta.
  Hoje j  possvel ver a pessoa que est do outro lado da linha. Cmeras acopladas ao computador permitem a transmisso simultnea de voz e imagem.

<159>
Transportes
  Avies hipersnicos vo ligar So Paulo a Nova Iorque em 2 a 3 horas. Atualmente esse percurso  feito em torno de 10 horas. Carros automatizados, com voz no painel, andaro "sozinhos" em certas pistas inteligentes, captando sinais dos comandos de trnsito. Trens "voaro" a 300 ou 400 km por hora.
  Naves sero criadas com o objetivo de transportar os seres humanos para estudar outros planetas.
  Podem parecer histrias de fico cientfica, mas no so. A revoluo tecnolgica esperada neste sculo provavelmente ajudar as pesquisas que tentam descobrir vida inteligente fora do planeta Terra.

O outro lado da moeda
  H um velho ditado que diz que nem tudo o que reluz  ouro. A tecnologia no deve ser vista como a soluo de todos os problemas do mundo. Devemos levar em conta que tecnologia no significa necessariamente qualidade de vida.
  Antes de mais nada,  preciso oferecer  humanidade condies dignas de vida. H milhares de pessoas passando fome, sem moradia, sem educao, sem sade e sem condies de acessar toda cultura e informao produzidas pelas sociedades.
  No Brasil, h centenas de habitantes que no tm sequer energia eltrica em casa. Aos olhos dessas pessoas, o futuro que os cientistas prometem pode no ser to radiante assim.  por isso que muitos esperam que a revoluo seja muito mais humana do que tecnolgica.

<160>
Voc terminou o terceiro livro!

  Com seus colegas, voc percorreu um longo caminho at chegar aqui. Mas voc no foi um simples caminhante: foi um descobridor. Parabns!
  Voc aprendeu muitos assuntos novos e teve a oportunidade de investigar o espao urbano e o espao rural que compem o seu municpio. E tambm viu muitas coisas sobre comunicao e meios de transporte.

<R+>
 1. O que voc mais gostou de aprender este ano? O que foi mais divertido e interessante? No caderno, faa desenhos para representar suas respostas. Ou, se quiser, apenas escreva.
 2. Reveja os trabalhos que voc fez no incio do ano. Voc concorda com o que escreveu o livro? Troque idias com os colegas e...
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l  BOAS FRIAS! _
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               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo
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Glossrio

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-- A
 AGRICULTURA (pg. 162) -- Atividade econmica relacionada ao conjunto de trabalhos envolvidos no cultivo de vegetais (arar, semear, colher, etc).
  A agricultura de subsistncia  praticada em pequenas propriedades; sua produo  quase totalmente consumida pela prpria famlia do agricultor.
 AGROPECURIA (pg. 186) -- Conjunto de trabalhos envolvidos no cultivo de vegetais (agricultura) e na criao de animais (pecuria). As atividades e os produtos relativos a ela so chamados agropecurios.
  As atividades da agropecuria fornecem os alimentos bsicos  nossa sobrevivncia (arroz, feijo, ovos, leite, carne, etc.) e tambm matria-prima para a fabricao de produtos (algodo, leite, soja, etc.).
 ATIVIDADE ECONMICA (pg. 47) -- Toda atividade que gera renda, riqueza.
  Agropecuria, indstria, comrcio e extrativismo so atividades econmicas.
  As atividades econmicas desenvolvidas no municpio asseguram a implantao de servios pblicos, como a coleta de lixo.

-- B
 BACIA AMAZNICA (pg. 177) -- Conjunto das terras banhadas pelo rio Amazonas e seus afluentes.
  A bacia Amaznica possui um grande nmero de rios navegveis, como o rio Amazonas.
Os rios Xingu, Tapajs, Madeira e Negro esto localizados na bacia Amaznica.

<162>
-- C
 CAATINGA (pg. 177) -- Vegetao tpica do serto nordestino, adaptada s condies de seca.
  Na caatinga os arbustos possuem poucas folhas e caules retorcidos; alguns cactos, como o mandacaru, so tpicos da caatinga.
 CABOCLO (pg. 177) -- Nome que recebe o mestio de branco com ndio.
  No norte do Brasil, a maior parte da populao no-ndia  formada por caboclos.
 CAPITAL (pg. 29) -- Cidade principal de um estado ou pas na qual fica a sede do governo. Na capital federal fica a sede do governo de um pas.
  Braslia  a capital federal do Brasil.
<163>
 CERRADO (pg. 185) -- Vegetao caracterizada por arbustos de caule e galhos retorcidos e plantas rasteiras.  comum nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Gois, Tocantins, Maranho, Minas Gerais e So Paulo.
  O ip, a catuaba e a aroeira so plantas tpicas do cerrado.
  O tamandu-bandeira e o veado-campeiro so exemplos de animais encontrados no cerrado.
 CLIMA (pg. 121) -- Conjunto das condies do tempo (temperatura, presso atmosfrica, umidade, ventos, correntes martimas, chuvas) que caracterizam uma regio do planeta.
  Na regio Nordeste, predomina o clima semi-rido, caracterizado por temperaturas elevadas e escassez de chuvas.
 COIVARA (pg. 178) -- Tcnica agrcola que consiste em cortar e queimar a vegetao nativa, deixando os restos (cinzas, troncos e galhos) no local.
  Ao longo do tempo, a prtica constante da coivara num mesmo local empobrece o solo.
 COLONO (pg. 178) -- Pioneiro, do prprio pas ou estrangeiro, que ocupa uma rea com a inteno de nela se fixar.
  Os colonos alemes que se fixaram no Rio Grande do Sul a partir de 1824 dedicaram-se  agricultura e contriburam para o povoamento do estado.

-- D
 DEFENSIVO AGRCOLA (pg. 166) -- Produto qumico destinado ao combate e controle de pragas na agricultura.  tambm chamado *agrotxico*.
  Os defensivos agrcolas so produtos txicos. Para empreg-los,  necessrio que a pessoa utilize equipamentos e trajes adequados, como mscara, culos, luvas e botas.
Antes de consumidos, frutos e hortalias devem ser bem lavados para retirar os defensivos agrcolas.
<164>
 DEPUTADO (pg. 137) -- Representante eleito pelo povo para discutir e votar leis.
  Os deputados estaduais tm como funo discutir e votar as leis e questes de um estado. Os deputados federais tm como funo discutir e votar as leis e questes relativas ao Brasil (a federao).
 DIVISA (pg. 41) -- Linha real ou imaginria que separa dois terrenos ou territrios vizinhos; limite.
  A divisa do estado do Paran com o Mato Grosso do Sul  o rio Paran. 
  O estado do Piau faz divisa com os estados do Maranho, do Cear, de Pernambuco, da Bahia e do Tocantins.

-- E
 EXPORTAO (pg. 244) -- Atividade econmica caracterizada pela venda de produtos nacionais para o exterior.
  Farelo de soja, acar, caf e suco de laranja so alguns dos produtos brasileiros destinados  exportao.
 EXTRATIVISMO (pg. 162) -- Atividade econmica baseada na extrao ou coleta de produtos naturais no cultivados, como a castanha, o ltex e a madeira.
  O extrativismo  a principal atividade econmica das populaes ribeirinhas que vivem na Amaznia.

-- F
 FAUNA (pg. 158) -- Conjunto de espcies animais que vivem em certo ambiente ou regio.
  O lobo-guar  um animal tpico da fauna brasileira.
<165>
 FLORESTA AMAZNICA (pg. 176) -- Vegetao tpica dos estados do Acre, Amap, Amazonas, Par, Roraima, Rondnia e Tocantins, e de parte dos estados do Maranho e de Mato Grosso.  caracterizada por grande diversidade de plantas adaptadas ao calor intenso e  alta umidade.
  A floresta Amaznica abriga uma grande variedade de macacos, como o macaco-aranha, o macaco-de-cheiro e o sagi. 
  O cacau, a castanha-do-par e o babau so matrias-primas obtidas da floresta Amaznica.
 FONTE DE RENDA (pg. 128) -- Origem do dinheiro que  recebido de forma peridica por pessoa ou entidade. Aluguel, salrio, aposentadoria, penso so fontes de renda.
  Para muitos brasileiros que vivem em grandes cidades, a principal fonte de renda  a venda de objetos, roupas e alimentos nas ruas e caladas.
 FRONTEIRA (pg. 41) -- Limite entre um pas e outro.
  Uruguai, Argentina, Bolvia e Peru so alguns pases que fazem fronteira com o Brasil.

-- G
 GOVERNADOR (pg. 137) -- Representante eleito pelo povo para administrar um estado.
  Os governadores dos estados e do Distrito Federal so eleitos para um mandato de quatro anos.

<166>
-- H
 HORTIFRUTIGRANJEIROS (pg. 166) -- Hortalias (verduras, legumes), frutas, aves e ovos que so produzidos geralmente em pequenas propriedades.
  Os hortifrutigranjeiros so produzidos em reas prximas dos centros urbanos.
 
-- I
 IMPORTAO (pg. 244) -- Atividade econmica caracterizada pela compra de produtos estrangeiros para abastecer o mercado nacional.
  Os combustveis derivados do petrleo, como gasolina e leo diesel, so produtos de importao adquiridos pelo Brasil.
 INDSTRIA DE TRANSFORMAO (pg. 234) -- Atividade econmica que envolve as etapas de transformao da matria-prima em produtos industriais.
  Na indstria, o algodo  transformado em tecido, e o tecido, transformado em outros produtos: lenis, vestidos, camisas, etc.
 INSEMINAO ARTIFICIAL (pg. 166) -- Processo pelo qual a fmea de um animal ou a mulher  fecundada artificialmente.
  Por meio da inseminao artificial, as fmeas dos animais de criao (vacas, ovelhas, etc,) podem gerar filhotes mais resistentes s doenas.

 -- M
 MANDATO (pg. 135) -- Poder concedido pelo povo a um cidado, por meio de voto, para que governe a nao, estado ou municpio, ou o represente como vereador, deputado ou senador.
   tambm o perodo de durao do exerccio desse poder.
  O prefeito exerce o mandato para administrar o municpio. Seu mandato dura quatro anos.
<167>
 MATRIA-PRIMA (pg. 162) -- Elemento essencial  obteno de um produto.
  O petrleo  a matria-prima para a produo de gasolina; a cana-de-acar  a matria-prima da indstria de acar.
  Leite, farinha, ovos, manteiga e fermento so matrias-primas para a fabricao de pes.
 MEIO DE COMUNICAO (pg. 130) -- Veculo, via, canal ou tcnica que permite a transmisso de informaes escritas, faladas, por cdigos ou por imagens.
  Rdio, telefone, televiso e Internet so meios de comunicao.
 METRPOLE (pg. 149) -- Cidade principal de um pas ou de um estado. No sistema colonial, metrpole era o pas que controlava um outro territrio, chamado colnia.
  Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre so metrpoles; So Paulo e Rio de Janeiro so consideradas metrpoles nacionais porque desenvolvem atividades econmicas e culturais de importncia mundial.

-- O            
 ORDENHA MECANIZADA (pg. 166) -- Tcnica que utiliza mquinas para a retirada do leite das fmeas de animais de criao, principalmente de vacas.
  A ordenha mecanizada garante condies mais higinicas na obteno do
leite.      

-- P
 PAMPA (pg. 179) -- Extensa regio, mais ou menos plana, comum no Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina, caracterizada por uma vegetao rasteira.
  Os pampas so usados para a criao de gado.
<168>
 PANTANAL (pg. 176) -- Grande poro de terreno plano inundado na poca das cheias, localizada nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Abriga animais, como o jacar-de-papo-amarelo e a lontra, inmeras espcies de aves e peixes.
  Em 2000, o pantanal foi declarado pela ONU patrimnio da humanidade.
 PECURIA (pg. 162) -- Atividade econmica voltada para a criao de animais.
  A criao de bovinos (bois e vacas), ovinos (ovelhas e carneiros), caprinos (cabras e bodes), sunos (porcos), eqinos (cavalos e guas), asininos (asnos ou jumentos) e muares (mulos e mulas) so atividades da pecuria.
 PERIFERIA (pg. 122) -- Regio mais afastada do centro de uma cidade.
  Na periferia, os servios pblicos so precrios: h falta de escolas, hospitais e saneamento bsico.
 PONTO DE REFERNCIA (pg. 71) -- Qualquer ponto, lugar, construo ou elemento da paisagem que pode ajudar na localizao.
  Tomando a esttua como ponto de referncia, a farmcia fica a sua direita.
<169>
 PREFEITO (pg. 42) -- Representante eleito pelo povo para administrar um municpio.
  Cabe ao prefeito administrar os servios pblicos de um municpio.

-- R
 RECURSOS NATURAIS (pg. 46) -- Conjunto de riquezas materiais que existem em estado natural, como rios e lagos, florestas, reservas minerais, etc.
  Os recursos naturais renovveis so aqueles que, com uma explorao controlada, podem ser reconstitudos pela natureza. J os recursos no-renovveis podem se esgotar se explorados de forma predatria.
 RELEVO (pg. 46) -- Conjunto das diferentes formas que compem a superfcie terrestre.
  Vales e serras so formas de relevo. Vento, chuva, terremotos e mar so alguns dos agentes que criam ou modelam o relevo terrestre.

-- S
 SENADOR (pg. 137) -- Representante eleito pelo povo para discutir as leis e questes relativas ao pas.
  O Senado rene senadores de todos os estados e do Distrito Federal.
 SERTO (pg. 178) -- Regio do Nordeste brasileiro caracterizada pela presena da caatinga e pelas condies climticas que originam longos perodos de seca.  tambm qualquer regio afastada do litoral.
  O sertanejo  um habitante tpico do serto.
 SOLO (pg. 171) -- Camada superficial da Terra em que se podem plantar alimentos.
  Os solos frteis so ricos em nutrientes e restos de animais e vegetais em decomposio.

-- T            
 TECNOLOGIA (pg. 166) -- Conjunto de conhecimentos cientficos que se aplicam a determinadas atividades prticas.
  Com os avanos da tecnologia, muitas atividades agropecurias passaram a ser executadas por mquinas.

<170>
-- V            
 VALE (pg. 46) -- Forma de relevo caracterizada por uma extenso de terreno localizada entre morros ou serras e que pode ou no ser atravessada por um rio ou riacho.
  O rio Paraba do Sul, no estado de So Paulo, forma um vale entre as serras do Mar e da Mantiqueira, conhecido como Vale do Paraba.
 VEGETAO (pg. 12) -- Conjunto de espcies vegetais encontradas em uma certa regio.
  Cerrado, caatinga e floresta Amaznica so vegetaes tpicas do Brasil.
 VEGETAO NATURAL (pg. 121) -- Conjunto de espcies vegetais tpicas de uma regio.
  O pau-brasil fazia parte da vegetao natural brasileira. Depois de ter sido extrado de forma predatria, hoje est quase extinto.
 VEREADOR (pg. 135) -- Representante eleito pelo povo para discutir e votar as leis e as questes relativas ao municpio.
  Os servios e os impostos de um municpio so discutidos pelos vereadores.
 VOTAR (pg. 137) -- Manifestar a opinio, geralmente por escrito, em favor de algum ou de alguma coisa. Voto direto  a escolha feita pelo eleitor diretamente nas urnas. O voto  facultativo quando o eleitor no  obrigado a manifestar-se.
  No Brasil, idosos, deficientes fsicos e analfabetos no so obrigados a votar.

<171>
Sugestes de leitura

 Captulo 1  Conhecendo o 
  municpio
  A caminho de casa
  Libby Hathorn
  Martins Fontes
  A cidade muda
  Eduardo Amos
  Moderna
  A menina na varanda
  Leo Cunha
  Record
  A terra dos meninos pelados
  Graciliano Ramos
  Record
  Bafaf em Mangabela!!!
  Marcos Bagno
  Formato
  Era uma vez eu
  Neusa Sorrenti
  Formato
  O Bicho-Homem
  Maria Teresa Guimares de Abreu
  Formato
<p>
  P com p com passo a p
  Regina Costa
  Paulinas

Captulo 2  Explorando caminhos
  A ilha do mistrio
  Paul Adshead
  Brinque-Book
  A luz  como a gua
  Gabriel Garca Mrquez
  Record
  As sete cidades do arco-ris
  Teresa Noronha
  Moderna
  Caa ao tesouro
  Audrey e Don Wood
  Brinque-Book
  Em busca da cidade perdida
  Audrey e Don Wood
  Brinque-Book
  O navegador e o prncipe
  Zlio e Ziraldo
  FTD
  Os navegantes
  Robert Snedden
  Brinque-Book
<p>
  Quase tudo na Arca de No
  Leo Cunha
  Moderna

Captulo 3  Descobrindo a cidade
  A cidade muda
  Eduardo Amos
  Moderna
  Conta uma histria?
  Ana Lcia Brando
  Paulinas
  Contos populares para crianas da Amrica Latina
  Co-Edio Latino-Americana
  tica
<172>
  Contos, mitos e lendas para crianas da Amrica Latina
  Co-Edio Latino-Americana
  tica
  De olho nos sinais
  Julieta de Godoy Ladeira
  Atual
  Disparate
  Ricardo Azevedo
  FTD
  O homem que espalhou o deserto
  Igncio de Loyola Brando 
  Global Editora
  O monstrinho medonhento
  Mrio Lago
  Moderna
  O nariz do general
  May Shuravel
  Moderna
  O que os olhos no vem
  Ruth Rocha
  Salamandra

Captulo 4  Investigando o campo
  Asas brancas
  Carlos Queiroz Telles
  Moderna
  As aventuras de Iakti, o indiozinho
  Roberto Amado
  Atual
  A histria de Lampio Jnior e Maria Bonitinha
  Januria Cristina Alves
  Caramelo
  Lili do Rio Roncador
  Luclia Junqueira de A. Prado
  Record
  Monstrengos de nossa terra
  Ricardo Azevedo
  FTD
  O menino de Olho-d'gua
  Jos Paulo Paes
  tica
  Os incrveis seres fantsticos
  Samir Meserani
  FTD
  Pascoalzinho P-no-cho  Uma fbula da reforma agrria
  Chico Alencar
  Moderna
  Rupi! O menino das cavernas
  Timothy Bush
  Brinque-Book
  Vassoura de bruxa vira avio na floresta
  Elza Csar Sallouti
  FTD

Captulo 5  Atividades econmicas
  A fantstica fbrica de chocolate
  Roald Dahl
  Martins Fontes
  Dono do seu nariz
  Anna Flora
  Quinteto Editorial
  Eu, voc e tudo o que existe
  Liliana Iacocca
  tica
<173>
  O dinheiro
  Cristina Von 
  Callis
  O homem mais rico do mundo
  Guilherme Cunha Pinto
  Quinteto Editorial
  Os meninos-caracol
  Rosa Amanda Strausz
  Moderna
  Serafina e a criana que trabalha
  J Azevedo, Iolanda Huzak e Cristina Porto
  tica

Captulo 6  O municpio conectado
  A orelha da esttua
  Bonifcio Vieira
  Formato
  Este admirvel mundo louco
  Ruth Rocha
  Salamandra
  Felicidade no tem cor
  Jlio Emlio Braz
  Moderna
  No princpio...  A mais nova histria de quase todas as coisas
  Brian Delf
  Martins Fontes
  O caminho que andava sozinho
  Rosa Amanda Strausz
  Moderna
  O mgico desinventor
  Marco Tlio Costa
  Record
  Onde tem bruxa tem fada...
  Bartolomeu Campos Queirs
  Moderna
 o Ovo de avio
  Rita Espeschit
  Formato
  Sonhando Santos Dumont
  Sylvia Orthof
  Salamandra
  Uma palavra s
  Angela Lago
  Moderna
  Uma torre para o Sol
  Colin Thompson
  Brinque-Book
  Victor James: o menino que virou rob de videogame
  Paulinho Tapajs
  Record

Geral

  Carta a El-Rey Dom Manuel
  Pero Vaz de Caminha e Rubem Braga
  Record
  Coleo Aprendendo  Histria e Geografia
  Csar Coll e Ana Teberosky
  tica
  Conhecendo o Rio Grande do Sul
  Lus Moraes Koteck
  tica
  Conhecer por dentro
  Stephen Biesty e Richard Platt
  Martins Fontes
  Criana dagora  fogo!
  Carlos Drummond de Andrade
  Record
<174>
  Dezenove poemas desengonados
  Ricardo Azevedo
  tica
  Geoatlas
  Maria Elena Simielli
  tica
  Manual do pequeno observador  rvores
  Rubens Matuck
  tica
  Poemas sapecas, rimas traquinas
  Almir Correia
  Formato
  Poeminhas pescados numa fala de Joo
  Manoel de Barros
  Record
  Poesia brasileira para a infncia
  Vicente de Carvalho
  Saraiva
  Poesias
  Mrio Quintana
  Globo
  Recreio  Para saber mais 
  A enciclopdia do estudante
  Abril (fascculos)
  Toda poesia
  Ferreira Gullar
  Crculo do Livro
  Trabalhando com mapas  Introduo  Geografia
  tica
  Trabalhando com poesia  volume 1
  Alda Beraldo
  tica
  Viagem ao Esprito Santo e Rio Doce
  Auguste de Saint-Hilaire
  Edusp/Itatiaia

Jornais

  A Tarde
  Correio Braziliense
  Dirio da Manh
  Dirio de Pernambuco
  Estado de Minas
  Folha de S. Paulo
  Jornal do Brasil
  O Estado de S. Paulo
  O Globo
  Tribuna de Alagoas
  Voz da Terra
  Zero Hora
 
Revistas

  Cincia Hoje das Crianas
  Galileu
  Superinteressante

               oooooooooooo

<175>
<p>
Bibliografia

-- B
 BRASIL. Ministrio da Educao e do Desporto. Secretaria de Educao Fundamental. 
*Parmetros Curriculares Nacionais*. Braslia, 1997, v. 1, 5, 8, 9 e 10.

-- C
 CALLAI, Helena C. & ZARTH, Paulo A. *O estudo do municpio e o ensino de Histria e Geografia*. Iju, Uniju, 1988.
 CARLOS, Ana Fani Alessandri & OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de, orgs. *Reformas no mundo da educao  parmetros curriculares e geografia*. So Paulo, Contexto, 1999.
 CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos et alii, orgs. *Geografia em sala de aula  prticas e reflexes*. Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul/Associao dos Gegrafos Brasileiros
 Seo Porto Alegre, Porto Alegre, 1998.
 CAVALCANTI, Lana de Souza. *Geografia, escola e construo de conhecimentos*. Campinas, Papirus, 1998.
 COLL, Csar & TEBEROSKY, Ana. *Aprendendo Histria e Geografia  Contedos essenciais para o Ensino Fundamental de 1 a 4 srie*. tica, 2000.

-- H
 HAYDT, Regina Cazaux. *Avaliao do processo ensino-aprendizagem*. So Paulo, tica, 2000.

-- K
 KOZEL, Salete & FILIZOLA, Roberto. *Didtica de Geografia: memrias da terra: o espao vivido*. So Paulo, FTD, 1996.

-- P
 PAGANELLI, Tomoko Y. Para a construo do espao geogrfico na criana. In: *Revista Terra Livre 2*. So Paulo, AGB/Marco Zero, 1987.

-- R
 ROSS, Jurandyr L. S., org. *Geografia do Brasil*. So Paulo, Edusp, 1996.

-- S
 SANTOS, Milton. *Metamorfoses do espao habitado*. So Paulo, Hucitec, 1988.
 --. *Pensando o espao do homem*. So Paulo, Hucitec, 1991.
 SO PAULO. Secretaria Municipal de Cultura. *ndios do Brasil*. Alteridade-diversidade-dilogo cultural. So Paulo.
 SIMIELLI, Maria Elena. *Primeiros mapas  como entender e construir*. So Paulo, tica, 1993.

-- V
 VESENTINI, Jos William. O ensino da Geografia no sculo XXI. In: *Caderno Prudentino de Geografia*, n.o 17 Presidente Prudente, AGB, 1995.
<R->

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

Fim da Obra

<R+>
 Programa Nacional do Livro 
  Didtico -- PNLD 2004
 FNDE/MEC
 Cdigo: 211941  
<R->

<T->
<p>
 HINO NACIONAL

 Letra: Joaquim Osrio Duque 
  Estrada 
 Msica: Francisco Manoel da 
  Silva

 Ouviram do Ipiranga as margens 
  plcidas 
 De um povo herico o brado re-
  tumbante,
 E o sol da Liberdade, em raios 
  flgidos,
 Brilhou no cu da Ptria nesse 
  instante.

 Se o penhor dessa igualdade 
 Conseguimos conquistar com brao 
  forte,
 Em teu seio,  Liberdade,
 Desafia o nosso peito a prpria 
  morte!

  Ptria amada, 
 Idolatrada,
 Salve! Salve!

<P>
 Brasil, um sonho intenso, um 
  raio vvido
 De amor e de esperana  terra 
  desce,
 Se em teu formoso cu, risonho 
  e lmpido,
 A imagem do Cruzeiro resplande-
  ce.
 
 Gigante pela prpria natureza, 
 s belo, s forte, impvido co-
  losso,
 E o teu futuro espelha essa 
  grandeza.

 Terra adorada,
 Entre outras mil,
 s tu, Brasil, 
  Ptria amada!

 Dos filhos deste solo s me 
  gentil, 
 Ptria amada,
 Brasil! 

<P>
 Deitado eternamente em bero 
  esplndido,
 Ao som do mar e  luz do cu 
  profundo,
 Fulguras,  Brasil, floro da 
  Amrica,
 Iluminado ao sol do Novo 
  Mundo!

 Do que a terra mais garrida
 Teus risonhos, lindos campos tm 
  mais flores;
 "Nossos bosques tm mais vida",
 "Nossa vida" no teu seio "mais 
  amores".

  Ptria amada,
 Idolatrada,
 Salve! Salve!

 Brasil, de amor eterno seja sm-
  bolo
 O lbaro que ostentas estrelado,
 E diga o verde-louro desta fl-
  mula
 -- Paz no futuro e glria no pas-
  sado.
 
 Mas, se ergues da justia a clava 
  forte,
 Vers que um filho teu no foge  
  luta,
 Nem teme, quem te adora, a pr-
  pria morte.

 Terra adorada,
 Entre outras mil,
 s tu, Brasil,
  Ptria amada!
 
 Dos filhos deste solo s me 
  gentil, 
 Ptria amada,
 Brasil! 

